sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Na hora da morte | Death time

Seria interessante, se possivel, na hora da morte despedir-nos dos demais em forma de desabafo...


Não falo do desabafo tipo "me desculpe", "me perdoe"...
Estou falando de desabafos de homem de verdade!
Então, se você sempre quis comer sua cunhada, sua vizinha ou sua sogra não se reprima, desabafe!
Faça-a saber o quanto ela é gostosa e sempre excitou seus pensamento, e que à ela você dedicou várias punhetas!


Se você sempre quis matar alguem, desabafe agora! Essa é sua grande chance de mostrar (se não puder matar) o quanto você detesta o primo da sua mulher ou o namorado da sua filha ou o filha da puta do padeiro, o leiteiro, o diabos que seja!


Mas nada de hipocrisia!

Essa coisa de sair pedindo desculpas e perdão a Raimundo e todo mundo, Vicente e toda gente, bla-bla-blah!
Firula pura!
Frescura mesmo!


Quem diabos passa a vida toda querendo pedir perdão e desculpas, e pior, perdoar o cachorro e o gato?! Ninguém!
Ninguem faz isso meu amigo!

Então porque fazê-lo por estar à beira da morte?
Isso é falso, hipócrita, insano!


Desabafe por nao ter podido matar quem sempre quis!
Desabafe por não ter podido comer (quem sabe até mais vezes) aquela que sempre punhetou! Ninguem poderá te matar duas vezes mesmo!
Esqueça as lamúrias da casa ou carro que não comprou, das férias que não tirou, não se leva nada mesmo, nem lembranças do que ficou!


Ha que se dar um basta ao famigerado "Fulano era tão bom"- depois de morto!
Vamos virar a mesa e deixar que os famintos colham o que puder!

Sejamos sinceros ao menos na hora da morte!


Entretanto, se voce ainda insistir em se desculpar por algo do qual se arrepende de ter feito, lembre-se que também somos culpados pelo que não fizemos quando podiamos tê-lo feito.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

The sounds of silence

Sounds of silence - Paul Simon & Garkfunkel

Hello darkness, my old friend
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence

In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone
'Neath the halo of a street lamp
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence

And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more
People talking without speaking
People hearing without listening
People writing songs that voices never share 

 And no one dared
Disturb the sound of silence

"Fools", said I, "You do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words, like silent raindrops fell
And echoed
In the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls"
And whispered in the sounds of silence

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Chico Buarque - Construção

Uma das mais belas canções:

Chico Buarque [do Brasil]
Construção

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Nikos Kazantzakis

Níkos Kazantzákis


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.(Redirecionado de Nikos Kazantzakis)


Túmulo de Kazantzákis em Iráklio, cujo epitáfio é Δεν ελπίζω τίποτα. Δεν φοβούμαι τίποτα. Είμαι ελεύθερος (Não espero nada. Não temo nada. Sou livre.)Níkos Kazantzákis, em grego Νίκος Καζαντζάκης, (Iráklio, 8 de fevereiro de 1883 — Friburgo, 26 de outubro de 1957) foi um escritor, poeta e pensador grego. Comumente considerado o mais importante escritor e filósofo grego do século XX, tornou-se mundialmente conhecido depois que, em 1964, Michael Cacoyannis fez de sua novela Zorba, o Grego (Βίος και Πολιτεία του Αλέξη Ζορμπά) um filme. É também o autor grego contemporâneo mais traduzido.

Breve biografia:

Kazantzakis nasce em Megalokastro (hoje Iráklio, Creta) em 1883. Em 1902, Kazantzakis se muda para Atenas (Grécia), onde estuda Leis na Universidade de Atenas e logo, em 1907, emigrou a Paris para estudar filosofia. Lá foi influenciado pelos ensinamentos de Henri Bergson. Ao regressar para Grécia, começa a traduzir obras de filosofia e em 1914 entra em contato com Ángelos Sikelianós. Juntos viajam durante anos pelos lugares que floresce a cultura greco-cristã, em grande medida influenciada pelo nacionalismo entusiasta de Sikelianós.

Viajou por todo o mundo, conhecendo e seguindo as doutrinas de Buda, Francisco de Assis e Lênin em períodos diversos. Autor de romances imortais que tratam de temas universais como o amor, a solidão, o pecado, a violência e a hipocrisia. Entre seus principais trabalhos com tradução para o português citamos: O Cristo Recrucificado, A Última Tentação de Cristo, Zorba, o grego, Testamento para El Greco, Os irmãos inimigos, Toda Raba e O Pobre de Deus.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Brasil, rumo pra casa!

Essa vai para Galvao, pra deixar de ser BOCÃO
O Brasil tenta, tenta, mas é só "penta"
Nas copas passadas foi Zidane, nessa foi a "jabulane"
A seleção foi quem perdeu, não fui eu nem ninguem meu!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

o blog oficial do orkut

o blog oficial do orkut
Algum dia morarei no Canadá!

domingo, 13 de junho de 2010

Letra ieshuá Padre Zezinho

Letra ieshuá Padre Zezinho

Ieshuá,
Catalogaram Jesus,
Por não andar na direita,
na esquerda ou no centro
ou na situação

Por não falar como essênios
Zelota ou governo
nem oposição

E por não ser fariseu
e por não ser saduceu
classificaram Jesus
como herege, blasfemo,
inimigo e perigo
mortal pra nação.

Desafiaram Jesus,
Porque fazia milagres
em dias errados
e sem permissão

Por aliar-se aos pequenos
sem ser alinhado
e nem ter posição

E por não ser um doutor
por falar tanto de amor
classificaram Jesus
como um alienado
Impostor, renegado,
sem classe ou padrão

E condenaram Jesus
porque falava de um reino
De fraternidade,
igualdade,
união.

Porque trazia consigo
perigo de um golpe
ou da insurreição

E por dizer que chegou
Porque foi Deus quem mandou
Assassinaram Jesus numa cruz
Entre preces e salmos
e cantos de libertação

Acompanharam Jesus
Pobres e cegos
coxos e mudos
E até oficiais
gente sofrida e oprimida

Por gente que tinha
ou mandava demais
E por ser filho de Deus
E pelo reino dos céus
Testemunharam Jesus
E com ele enfrentaram As dores da
cruz, mas acharam a paz (que paz?)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Lâmpadas incandescentes ajudam a ter boas ideias | HypeScience

Lâmpadas incandescentes ajudam a ter boas ideias HypeScience

Quando alguém fala em “ideia brilhante”, qual é a primeira ilustração que aparece em sua mente? Uma lâmpada acendendo, certo? Pois essa imagem estereotipada tem um embasamento científico, como indica uma recente pesquisa. Cientistas da Universidade Tufts, em Boston (EUA), estão estudando como uma lâmpada incandescente pode ajudar a ter ideias.


É o que os pesquisadores chamam de “insight”. Eles fizeram uma série de experiências com dezenas de estudantes em uma sala. Fizeram uma série de jogos de lógica e raciocínio rápido, expondo alguns ao alcance de uma lâmpada incandescente e outros não (em um dos testes, a comparação foi entre uma incandescente – a redondinha, de luz amarela – e uma fluorescente, a lâmpada branca). Os resultados foram sempre superiores com aqueles expostos à lâmpada incandescente, o que sugere que a luz no ambiente ajuda a melhorar a percepção e clarear as ideias.

O estudo dá a entender que isso acontece justamente por causa da associação de conceitos. Como já estamos dispostos a associar “boa ideia” com a imagem de uma lâmpada acendendo, nosso cérebro responde melhor em ambientes com a lâmpada. Assim, o importante não é a iluminação em si, e sim a imagem da lâmpada no subconsciente.

De certa forma, isso confirma que se deve estudar em um ambiente bem-iluminado, e não é apenas para não “forçar demais a vista” nas leituras. Ao que parece, a lâmpada potencializa o raciocínio. [Livescience]

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Einstein x Deus

Conto popular

"Alemanha - Inicio do século 20

Durante uma aula de religião, conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:

“Deus criou tudo o que existe?"

Um aluno respondeu com grande certeza:
-Sim, Ele criou!

-Deus criou tudo?

Perguntou novamente o professor.
-Sim senhor, respondeu o jovem.

O professor indagou:
-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de tempo.

Outro estudante levantou a mão e disse:
-Posso fazer uma pergunta, professor?
-Lógico, foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:
-Professor, o frio existe?
-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?

Com uma certa imponência rapaz respondeu:
-De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.
-E, existe a escuridão? Continuou o estudante.

O professor respondeu temendo a continuação do estudante: Existe!

O estudante respondeu:
-Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não!

Continuou:
-Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
-Senhor, o mal existe?

Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu:
-Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!

Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:
-O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça
permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?

E ele respondeu:
ALBERT EINSTEIN, senhor!

PS: 1.O garoto Einstein, era filho de judeus e tinha uma educação religiosa judaica 2.Toda criança acredita que tudo que reluz é ouro 3.Muitas vezes uma afirmação é, na verdade, uma negação 4.Uma mentira repetida muitas vezes pode ser tomada como verdadeira.

ponto final

Há o falar e o agir, o agir e o saber, o saber e o ser, o ser e o querer, o querer e o escolher, mas tudo parte de um mesmo ponto!

domingo, 9 de maio de 2010

Dia das mães | mothers day

Hoje é o dia de todas as MÃES

a mãe que reza e a que condena
a mãe que parte e a que fica
a mãe banguela desdentada
a mãe que chora e a que sorri
a mãe que devora e a que engole
a que não te conhece e a que nunca te esquece
mãe esposa, mãe irmã, mãe prostituta
mãe que late, mãe sem preço
mãe acessivel, mãe barata
mãe lava roupa, mãe lava prato
mãe que gera, mãe energia
mãe que mata, mãe exata
mãe bruxa, mãe vizinha, mãe pretinha
mãe suada, mãe lisa, mãe que desliza
mãe que cai, mãe que não se levanta
mãe que nunca deixa de ser mãe
mãe que nunca o foi, mãe lady
mãe valente, mãe manteiga
mãeracanã, mãe dura, mãe pura, mãe puta
mãe que madruga, mãe que cura
mãe que ama amar, mãe amamenta
mãe pra dois, mãe pra tres
mãe pra mais de cem! mãe ninguém
mãe estrela, mãe beleza
mãe menina, mãe natureza!

mãe simplesmente mãe
mãe você!

domingo, 7 de março de 2010

So pra contrariar

Penso, logo, NÃO existo!
Todo existencia está baseada no não pensar e as coisas que nao pensam são o fundamento de toda a vida, e ainda, de toda a eternidade!

Outra exemplificação: "Quem cala consente", dito vulgar, que nada informa.
Quem cala sabe consentir. Assim como quem não cala não significa que saiba consentir e nem que não consentiu. Porque falar nao elimina a condicionalidade, ao contrário, fá-la existir.

Outra: Dias comemorativos. Pra servem os dias comemorativos? Nao ha nada mais contraditorio e angustiante do que um "dia comemorativo".
Com todo respeito aos negros, mas, "Dia da Consciencia Negra"? Pra que diabos serve isso? Pra nada! Senão pra sempre lembrar que um dia houve a escravatura negra da qual até Roma aproveitou-se! Nao ha nada mais triste!

Dia Internacional da Mulher: Respeitosamente, mas, so server pra sempre lembrar-nos de um passado em que a mulher se reduzia aa profissão de "dona-de-casa", o que para ela soava mais como regime de "escravidao". Hoje mulher e homem vivem em regime de igualdade sociais. Entao...

Dia dos santos: A "santa igreja católica apostólica romana" martiriza e mata cidadãos por motivos desconhecidos da maioria, e apos te-lo feito, santifica suas vitimas e as poe em um altar erguido sobre a ignorancia dos seus fieis.

Porque comemoramos o dia do nosso aniversário se não temos agora um ano a mais, mas sim um ano a menos? Comemoramos a proximidade de nossa morte? Fazemos festa para a fatalidade de nossa partida? Se sim, porque então nos desesperamos quando finalmente chega o tão esperado sinistro?

Curiosamente, para o homenageado isso significa muita coisa. Ele não percebe que isso é apenas um sol tapado com peneira.

"Deixai que os mortos enterrem os mortos"!

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A farsa da romaria e as chamas do Caldeirão

A farsa da romaria e as chamas do Caldeirão


A experiência do Caldeirão baseada na partilha da produção e na
religiosidade popular merece o resgate histórico sem a maquiagem das elites e da igreja católica.
Às vésperas de completar 73 anos do massacre ocorrido no sitio Caldeirão no Crato pelo Exercito e pela policia militar do Ceará, com o apoio das elites e da diocese. Pouco se sabe sobre a história e as atrocidades cometidas contra homens, mulheres e crianças e idoso que almejavam desfrutar da terra que um dia inventaram de cercar.
O Caldeirão foi um exemplo de utopia possível. Em poucos anos cresceu a
população da comunidade, chegando a cerca de dois mil habitantes.
Camponeses advindos de diversas localidades e fugindo da exploração
latifundiária acreditavam que a comunidade do Caldeirão era terá da
prosperidade.
Uma comunidade autosustentável na qual seguia a lógica socialista de
produção social e apropriação coletiva, ou seja, tudo que era produzido
passava pela divisão.
Uma terra “emprestada” pelo padre Cícero, ao beato José Lourenço e à sua
comunidade serviu do pão de esperança e fraternidade, mas após a morte do
padre, a terra foi requerida pelo uso da força e a pedidos dos salesianos. Vale destacar que quase todos os bens do Padre Cícero foram doados em
testamento para congregação dos salesianos.
Qual a ameaça que essa comunidade representava para a igreja católica e a
para os latifundiários? A quem interessava a destruição sangrenta destes
camponeses?
É bem verdade que a história nos aponta alguma pista, uma desta é a
ameaça à propriedade privada. Em Canudos ou na Guerrilha do Araguia, o
massacre ocorreu em defesa dos poderosos, sejam eles os donos das terras
e das fabricas ou dos comerciantes da fé.
A revitalização do Caldeirão proposta pelo Governo do Estado em parceria
com o governo municipal do Crato deve passar pelo resgate histórico e pela
garantia de sustentabilidade e das melhorias das condições de vida da
população do local, o que deve incluir a valorosa experiência de resistência dos camponeses do Assentamento 10 de Abril e a historiografia dos índios Kariri que residem nas terras próximas ao Caldeirão e que tem histórias semelhantes, a idéia de poder cultivar e manter o meio ambiente como forma de sobrevivência e comunhão.
O povo brasileiro tem o direito à memória e a verdade dos fatos. Neste sentido é preciso não camuflar, nem permitir a hipocrisia como lençol da história. A verdade não pode ser apagada em romarias, como vem ocorrendo nos últimos anos. É preciso fazer uma leitura crítica, pois ainda podemos escutar os gritos dos cristãos que morreram inocentemente por fazerem do discurso uma prática.
Pela abertura irrestrita de todos os arquivos do Caldeirão e pelo direito à verdade dos fatos.

Alexandre Lucas - Coordenador do Coletivo Camarada, Pedagogo e Educador Artistico

Cura da AIDS: Transplante de medula desaparece com HIV de paciente - Cura HIV | HypeScience

Cura da AIDS: Transplante de medula desaparece com HIV de paciente - Cura HIV | HypeScience

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Os Mutantes - Ao vivo em Londrina (1975)

http://copiandoolink.blogspot.com
Os-mutantes-ao-vivo-em-londrina-1975

Esse site estah agora fora do ar :(

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Apostas com o diabo

Um cara ganhou 20,00 na loteria, saiu pra comemorar a "sorte" e gastou 30,00;
ele apostou 10,00;

Equacionando:
20menos
30menos
10igual a menos20

Resumindo: gastou mais do que ganhou e ficou com menos grana do que antes tinha;

Moral: se era pobre, mais pobre ainda.

Como diz o velho deitado: quem não arrisca, não fracassa!

Vou dormir agora