quarta-feira, 13 de julho de 2011

Bohemian Rhapsody - Queen

Bohemian Rhapsody - Queen

Composição: Freddie Mercury



Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality

Open your eyes

Look up to the skies and see
I'm just a poor boy
I need no sympathy
Because I'm easy come, easy go
A little high, little low
Anyway the wind blows

Doesn't really matter to me, to me


Mama, just killed a man
Put a gun against his head
Pulled my trigger, now he's dead

Mama, life had just begun
But now I've gone and thrown it all away

Mama, oh


Didn't mean to make you cry
If I'm not back again this time tomorrow
Carry on, carry on
As if nothing really matters

Too late, my time has come
Sends shivers down my spine
Body's aching all the time
Goodbye everybody, I've got to go


Gotta leave you all behind
And face the truth

Mama, oh, I don't want to die


I sometimes wish I'd never been born at all

I see a little silhouette of a man
Scaramouch, Scaramouch will you do the fandango
Thunderbolt and lightning, very, very frightening me
Galileo, Galileo
Galileo, Galileo
Galileo, Figaro, magnifico

But I'm just a poor boy and nobody loves me
He's just a poor boy from a poor family
Spare him his life from this monstrosity

Easy come, easy go, will you let me go
Bismillah! No, we will not let you go
Let him go
Bismillah! We will not let you go, let him go
Bismillah! We will not let you go, let me go


Will not let you go, let me go, never
Never let you go, let me go
Never let me go, oh

No, no, no, no, no, no, no
Oh mama mia, mama mia, mama mia let me go

Beelzebub has a devil put aside for me
For me (2x)

So you think
You can stone me and spit in my eye
So you think you can love me
And leave me to die


Oh baby, can't do this to me baby
Just gotta get out
Just gotta get right outta here

Oh, oh yeah, oh yeah

Nothing really matters
Anyone can see
Nothing really matters

Nothing really matters to me
Anyway the wind blows

terça-feira, 12 de julho de 2011

Krishnamurti - ¿Por qué hemos inventado a Dios?

ABRE TUS OJOS: El poder que mata la muerte

John P. Holdren

Holdren nasceu em Sewickley, Pensilvânia. Ele treinou em aeronáutica, astronáutica e física dos plasmas e ganhou um diploma de bacharel do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em 1965 e um Ph.D. da Universidade de Stanford em 1970.

Lecionou em Harvard por 13 anos e na Universidade da Califórnia, em Berkeley por mais de duas décadas.

O seu trabalho tem incidido sobre a causas e conseqüências das mudanças ambientais globais, tecnologias de energia e políticas, formas de reduzir os perigos das armas e materiais nucleares, e política científica e tecnológica.

Ele também tomou medidas para contextualizar os atuais desafios energéticos dos EUA, ressaltando o papel que a energia nuclear poderia ter.
Ele mora em Falmouth, Massachusetts, com sua esposa, a bióloga Cheryl E. Holdren.

Será?

Há muitas décadas, esse mesmo Holdren esteve envolvido em:
- Segurança Internacional e Controle de Armas
- Política Energética
- Avanço da Ciência (AAAS)
- Soluções empresariais e desafios globais
- Aquecimento global.

Em dezembro de 2008, John P. Holdren foi nomeado pelo presidente Barack Obama como consultor científico e diretor do Escritório de Política Científica e Tecnológica. Ele ele foi confirmado em 19 de março de 2009, por unanimidade no Senado, dando testemunho ao comitê de nomeação de que ele não acredita que o governo deveria ter um papel na determinação do tamanho ideal da população e que ele nunca endossou a esterilização forçada.

Entre 1994 e 2001, Holdren foi um dos acessores de ciências do governo federal (PCAST​​).

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He testified to the nomination committee that he does not believe that government should have a role in determining optimal population size and that he never endorsed forced sterilization.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

As coisas como são

Os pais não são os donos dos seus filhos, mas enganam-se a si mesmo agindo como se o fossem.

Os pais tem muitos planos para seus filhos, mas a vida tem seus proprios planos para estes, envoltos em uma nuvem de incertezas do amanhã e destinos imprevisíveis.


Assim, uma mãe não ama seu filho pelo que ele é:
um projeto da Vida que não se cansa de copiar a si mesma,
uma projeção de algo que não conseguimos entender,
com suas proprias razões de ser,
razões pelas quais nos faz sentir tão diminutos,
insignificantes diante dos fatos.

Um homem não ama uma mulher pelo que ela é:
hoje nova e sexual,
amanhã velha,
aposentada,
decrepta e fria;
mortal, falha, temporal.

Não é quando deixamos de amar que a gente vê as coisas de um jeito diferente.
É quando amamos que vemos diferentemente de um modo que somente a pessoa que está amando vê;
não vemos as coisas como são de fato, mas sim como gostariamos que fossem.

O homem não ama a si pelo que ele mesmo é em sua natureza:
fadado,
passageiro,
totalmente dependente do seu meio,
conectado,
nem mestre nem escravo
apenas atrelado,
um elo
uma ponte
entre a pedra e as estrelas!